Skip to navigation Skip to main content Skip to site map

News

 

Temas de Desenvolvimento

Ã?gua - Uma prioridade para a reduÃ?Ã?o da pobreza




O sector da Ã?gua e a necessidade da participaÃ?Ã?o pÃ?blica/privada

Ã?gua potÃ?vel. Saneamento seguro. ProtecÃ?Ã?o de doenÃ?as provocadas contaminada. Estas sÃ?o necessidades fundamentais que as pessoas deviam ter garantidas, independentemente das circunstÃ?ncias que a sua comunidade enfrente. Contudo, ainda hoje hÃ? mais de mil milhÃ?es de pessoas em todo o mundo que nÃ?o tÃ?m acesso a ÃtÃ?vel. E hÃ? mais de dois mil milhÃ?es - aproximadamente uma em cada trÃ?s pessoas do planeta - que nÃ?o tÃ?m acesso a um saneamento seguro. Em todo o mundo, morre uma crianÃ?a de dez em dez segundos devido a uma doenÃ?a evitÃ?vel relacionada com Ã?gua hÃ?es de jovens vidas que sÃ?o perdidas por ano.

Estes nÃ?meros desconcertantes reflectem um desafio de proporÃ?Ã?es maciÃ?as. Durante os Ã?ltimos cinquenta anos, o crescimento populacional ultrapassou em larga escala a quantidade de Ã?gua dispOs cÃ?lculos sugerem que a populaÃ?Ã?o mundial vai aumentar em trÃ?s mil milhÃ?es de habitantes durante os prÃ?ximos cinquenta anos, principalmente em paÃ?ses pobres onde a maioria das pessoas vive com dois dÃ?lares por dia. De acordo com um relatÃ?rio dundial 7, os investimentos relacionados com Ã?gua nos paÃ?ses em desenvolvimento necessitam de aumentar relativamente ao nÃ?vel actual de cerca de $75 mil milhÃ?es por ano para $180 mil milhÃe quisermos alcanÃ?ar o Objectivo de Desenvolvimento do MilÃ?nio de reduzir a metade o nÃ?mero de pessoas que nÃ?o tÃ?m acesso a Ã?gua potÃ?vel e saneamento atÃ? 2015.

A falta de recursos de Ã?gua impede o alÃ?vio da pobreza, atrasa o desenvolvmpobrece o ambiente. Transcende as preocupaÃ?Ã?es do sector individual como um problema de grandes dimensÃ?es que deve ser atacado em mÃ?ltiplas frentes. Uma populaÃ?Ã?o mundial em crescimento exige mais serviÃ?os relacionados com a Ã?gua e mais infraestde Ã?gua para a vida quotidiana bÃ?sica, incluindo o abastecimento de Ã?gua segura e saneamento e irrigaÃ?Ã?o e escoamento para responder a um aumento da produÃ?Ã?o de alimentos. Uma populaÃ?Ã?o mundial economicamente viÃ?vel exige fontes de Ã?gua potÃ?vs para processos industriais e desenvolvimento agrÃ?rio. AlÃ?m de que uma populaÃ?Ã?o mundial sustentÃ?vel necessita da protecÃ?Ã?o dos nossos ecossistemas, incluindo a gestÃ?o reflectida e responsÃ?vel de fontes de energia renovÃ?veis.

A distr Ã?gua potÃ?vel e saneamento custa dinheiro. Ã? demasiados frequente os pobres pagarem mais por serviÃ?os ineficientes, quer devido ao facto de nÃ?o estarem ligados a um abastecimento convencional de Ã?gua e de serviÃ?os de saneamento, quer porque sÃ?o o a usar instalaÃ?Ã?es municipais inadequadas. Os pobres podem ter pouco peso na decisÃ?o do nÃ?vel e qualidades dos serviÃ?os que pagam. O aproveitamento do potencial da Ã?gua para funcionar como um condutor de crescimento exige nÃ?o apenas o aumento do mento financeiro em sectores relacionados com a Ã?gua mas tambÃ?m alteraÃ?Ã?es institucionais e de polÃ?ticas concebidas para incentivar um bom governo empresarial e a participaÃ?Ã?o de todas as partes interessadas.

O aumento do acesso, particue pelos pobres, investimento a longo prazo em infraestruturas, polÃ?ticas sensatas de preÃ?os e protecÃ?Ã?o ambiental tambÃ?m sÃ?o chave. O sector pÃ?blico nÃ?o pode por si sÃ? atender resolver aos desafios que o sector da Ã?gua apresenta. Os fundos pÃ?bscassos. As exigÃ?ncias conflituosas mas ainda assim igualmente importantes, competem constantemente por estes recursos. De uma forma simples, a lacuna financeira Ã? tÃ?o grande e a situaÃ?Ã?o tÃ?o crÃ?tica que o investimento privado tem de ser mobilizadse dar resposta a alguns dos MDGs. AlÃ?m de que, o envolvimento privado em parceria com o sector pÃ?blico pode ser mais efectivo, assegurando que o investimento Ã? catalizado, que os pobres nas cidades, Ã?reas rurais e vilas secundÃ?rias recebem serviÃ?oma forma confiÃ?vel e econÃ?mica e que os prestadores de serviÃ?os se tornam responsÃ?veis, eficientes, justos e eficazes. Uma parceria eficaz pÃ?blico-privado pode ajudar a criar um sector de Ã?gua viÃ?vel que contribui para a base fiscal do paÃ?s e proeu desenvolvimento econÃ?mico.

NÃ?o Ã? uma tarefa fÃ?cil incentivar a participaÃ?Ã?o privada no sector da Ã?gua devido aos riscos envolvidos, os quais sÃ?o muito diferentes dos investimentos noutras infraestruturas. Os investimentos no sector dÃ?m uma taxa baixa e risco-ajustado de retorno nos investimentos, prazos de vencimento mais longos e os riscos regulatÃ?rios tendem a ser tambÃ?m altos. AlÃ?m disso muitos governos descentralizam o controlo dos serviÃ?os das autoridades nacionais, provin e municipais, que tÃ?m pouca experiÃ?ncia a lidar com o sector privado e muitas vezes tÃ?m um conhecimento limitado das necessidades dos investidores. Por exemplo, os municÃ?pios tendem a nÃ?o estar tÃ?o conscientes da necessidade de um ambiente regulatstÃ?vel que permita fluxos de retornos previsÃ?veis. TambÃ?m propendem a ter mais dificuldades em aceder ao crÃ?dito do que os governos centrais.

A MIGA tem um papel importante a desempenhar na abordagem dos desafios expostos pelo Camdessus Rep8 sobre o financiamento da Ã?gua. A AgÃ?ncia tem uma vantagem comparativa Ã?nica no tratamento do risco dos municÃ?pios. A ConvenÃ?Ã?o da MIGA permite Ã? AgÃ?ncia oferecer cobertura por riscoados com o nÃ?vel estadual ou municipal - o nÃ?vel pelo qual a grande maioria das concessÃ?es de Ã?gua Ã? tratada - e oferecer protecÃ?Ã?o ao investidor.

A MIGA tem uma extensa experiÃ?ncia na cobertura de riscos dos governos centrais e municÃ?cionados com expropriaÃ?Ã?o. A sua cobertura protege contra acÃ?Ã?es discriminatÃ?rias administrativas ou legislativas pelos governos a todos os nÃ?veis que podem reduzir ou eliminar a posse, controlo ou direitos ao investimento segurado.

Para proteger os investidores quando os governos sÃ?o parceiros contratuais, a MIGA oferece cobertura contra percas decorrentes da quebra nacional ou local ou repÃ?dio de um contrato sob a forma de negaÃ?Ã?o de justiÃ?a - a incapacidade de fazer cumprir ecisÃ?o judicial contra o governo anfitriÃ?o.

A cobertura da quebra de contrato pode ser adequada para lidar com preocupaÃ?Ã?es especÃ?ficas tais como a revogaÃ?Ã?o de licenÃ?as ou concessÃ?es assim como tarifas e riscos regulatÃ?rios. TambÃ?m ivindicaÃ?Ã?es ilÃ?citas de seguros-garantia e contratos de gestÃ?o. Os investidores no sector da Ã?gua tambÃ?m enfrentam vÃ?rios riscos relacionados com a moeda uma vez que os projectos do sector da Ã?gua sÃ?o geralmente efectuados em moeda local, enquaida Ã? denominada em moeda estrangeira. A MIGA protege os investidores de alguns destes riscos cobrindo as percas decorrentes da incapacidade de converter a moeda local em divisa estrangeiras e transferi-la para fora do paÃ?s anfitriÃ?o.

Antes uma disputa atingir tal ponto, a MIGA media com os governos e investidores para encontrar soluÃ?Ã?es amigÃ?veis. Na China, por exemplo a MIGA resolveu uma situaÃ?Ã?o de reivindicaÃ?Ã?o relativa a vÃ?rios projectos energÃ?ticos trabalhando juntamente com , incluindo municÃ?pios e o investidor durante um perÃ?odo de trÃ?s anos.

O portfolio da MIGA de projectos da Ã?gua Ã? razoavelmente limitado, devido ao relativamente recente interesse demonstrado pelos operadores privados no sector. AtÃ? Ã? daIGA emitiu $75.5 milhÃ?es em garantias para cinco projectos relacionados com a Ã?gua, maioritariamente na categoria hidroelÃ?ctrica. Um destes projectos envolve o fornecimento de Ã?gua potÃ?vel e serviÃ?os de saneamento em Guayaquil, Equador. O projecto, financiado atravÃ?s de um emprÃ?stimo do InterAmerican Development Bank destina-se Ã? reabilitaÃ?Ã?o e expansÃ?o dos serviÃ?os do sector da Ã?gua nesta metrÃ?pole costeira. A MIGA forneceu uma garantia de $18 milhÃ?es Ã? International Water Services B.Vs Baixos pelo seu investimento numa subsidiÃ?ria equatoriano. A cobertura da garantia oferece protecÃ?Ã?o contra os riscos de expropriaÃ?Ã?o, guerras e distÃ?rbios civis e tambÃ?m de seguros-garantias - lanÃ?ados de acordo com um contrato de 30 anos de c - que garante a gestÃ?o da companhia, expansÃ?o e operaÃ?Ã?o dos serviÃ?os da Ã?gua contra o risco de reivindicaÃ?Ã?o ilÃ?cita.

A concessÃ?o chegou num momento crucial. Com uma populaÃ?Ã?o de pouco mais de dois milhÃ?es de pessoas, Guayaquil ÃentraÃ?Ã?o urbana do paÃ?s e o seu principal centro de desenvolvimento comercial e industrial. No entanto, durante muitos anos, a falta de Ã?gua potÃ?vel e de esgotos apropriados foi um problema crÃ?tico. Muitas comunidades pobres careciam deste elemento e quando a Ã?gua chegava era muitas vezes contaminada e imprÃ?pria para consumo. O resultado era uma acentuada vulnerabilidade a doenÃ?as transmitidas pela Ã?gua. AlÃ?m disso, as cisternas abertas de Ã?gua e falta de despejo apropriado dos esgotos criavas estagnadas que se tornavam terreno propÃ?cio para o aparecimento de mosquitos transmissores de malÃ?ria e dengue.

Com a cooperaÃ?Ã?o do municÃ?pio, a concessÃ?o comeÃ?ou a mudar a situaÃ?Ã?o. Este ano, na Ilha Trinitaria, um bairro miserÃ?vee 8.500 famÃ?lias - ou 42.500 indivÃ?duos - vÃ?o receber serviÃ?os. Anteriormente, os residentes eram compelidos a comprar Ã?gua no outro lado do rio e transportavam-na atravÃ?s de mangueiras e bombas. A mangueira era levada de casa em casa e os barris (s) individuais eram cheios a um preÃ?o trÃ?s vezes superior ao da Ã?gua canalizada. Nem toda a gente tinha acesso a Ã?gua da mangueira e os que nÃ?o tinham, compravam-na aos "tanqueros", camiÃ?es com Ã?gua que apareciam periodicamente para encher os barrlÃ?stico a um preÃ?o equivalente a sete vezes o preÃ?o da Ã?gua canalizada.

O contrato de concessÃ?o prevÃ? a realizaÃ?Ã?o de 55.238 novas ligaÃ?Ã?es a serem efectuadas atravÃ?s da cidade num perÃ?odo de cinco anos, tudo em Ã?reas desprivilegianto Ã? efectuado numa escala proporcional com clientes de baixo rendimento a pagarem cerca de $0,24 por metro cÃ?bito (c/m) e as indÃ?strias a pagarem cerca de $1,20 por m/c. Com base no nÃ?mero mÃ?dio de cinco membros por famÃ?lia, cerca de 276.190 pessrÃ?o acesso a Ã?gua potÃ?vel e serviÃ?os de saneamento assim que as ligaÃ?Ã?es forem concluÃ?das. Em geral, o municÃ?pio espera atingir coberturas de 90 por cento e 60 por cento da populaÃ?Ã?o com Ã?gua e serviÃ?os de saneamento, respectivamente, no prazs.

A empresa tambÃ?m estÃ? a trabalhar para limpar a rede de esgotos e tem ajudado a reduzir significativamente as inundaÃ?Ã?es que afectam a cidade, a qual Ã? plana e se situa apenas cinco metros acima do nÃ?vel da Ã?gua do mar. A cidade enconem risco de inundaÃ?Ã?o durante a estaÃ?Ã?o das chuvas, de Fevereiro a Abril.

A Interagua investiu cerca de $100.000 nas estaÃ?Ã?es de tratamento desde que estas ficaram sob o seu controlo. O resultado foram significativas melhorias fÃ?sicas, ms e quÃ?micas nas estaÃ?Ã?es, incluindo o sistema de cloronizaÃ?Ã?o e os laboratÃ?rios. O contrato tambÃ?m prevÃ? a monitorizaÃ?Ã?o e informaÃ?Ã?o sobre a qualidade da Ã?gua em bruto e Ã?gua potÃ?vel assim como de efluentes residenciais e comerciais. Esttante e polivalente ajuda a mitigar a poluiÃ?Ã?o das massas locais de Ã?gua, incluindo camadas aquÃ?feras e Ã?guas potÃ?veis, derrames perigosos, lixo e lexiviaÃ?Ã?o quÃ?mica. A companhia tem que dar aviso prÃ?vio quando sÃ?o planeados cortes no abastecionitorizaÃ?Ã?o pela agÃ?ncia pÃ?blica da Ã?gua assegura a responsabilizaÃ?Ã?o.

Para alÃ?m dos benefÃ?cios directos positivos para a populaÃ?Ã?o de acesso a Ã?gua potÃ?vel, confiÃ?vel, a baixo custo, melhores esgotos e um tratamento eficaz das Ãs, os investidores econÃ?micos tÃ?m grandes esperanÃ?as para o impacto da concessÃ?o. Um artigo no jornal equatoriano El Universo sugeria que este contrato "constitui o mais importante sinal de reactivaÃ?Ã?o do sector de construÃ?Ã?o, considerado um motoscimento econÃ?mico".

Como parte do Grupo do Banco Mundial, a MIGA traz uma gama de recursos e experiÃ?ncia que fornece um nÃ?vel superior de conforto aos investidores interessados nestes tipos de projectos no sector das Ã?guas. No caso de Guayl, as garantias da MIGA desempenharam um papel crucial em assegurar a concretizaÃ?Ã?o do projecto. No momento da assinatura, os potenciais accionistas demonstraram consternaÃ?Ã?o com os antecedentes de risco polÃ?tico do paÃ?s. Sem este seguro, o projectia o risco de nÃ?o andar para a frente.

Olhando para o futuro, o papel que a AgÃ?ncia pode desempenhar na catalisaÃ?Ã?o deste tipo de participaÃ?Ã?o essencial pÃ?blica-privada parece claro. A MIGA vÃ? o fluxo de projectos nos sectores da Ã?gua nto expandirem-se rapidamente com potenciais projectos na Ã?sia, Europa de Leste e o MÃ?dio Oriente.

Projectos de extracÃ?Ã?o mineira e desenvolvimento comunio




O sector da Ã?gua e a necessidade da participaÃ?Ã?o pÃ?blica/privada

Durante sÃ?culos os recursos naturais representaram um patrimÃ?nio valioso para os paÃ?ses que procuram expandir as suas economias. Quer atravÃ?s de esforÃ?os internos ou atravÃ?s da concessÃ?o de licenÃ?as e concessÃ?es a entidades estrangeirasesponsÃ?vel dos recursos naturais pode fornecer aos paÃ?ses em desenvolvimento a oportunidade de reduÃ?Ã?o da pobreza e expansÃ?o econÃ?mica. As indÃ?strias mineiras e de extracÃ?Ã?o mineira desempenharam um papel importante na fase inicial de desenvolvia muitas das naÃ?Ã?es actualmente industrializadas: AustrÃ?lia, CanadÃ?, Ã?frica do Sul e Estados Unidos todos avanÃ?aram com a ajuda de impulsos econÃ?micos resultantes da extracÃ?Ã?o bem sucedida dos seus recursos naturais. No entanto, estes esforÃ?os oncentrar-se primeiramente nos benefÃ?cios econÃ?micos imediatos e menos nos de longo prazo. Nos Ã?ltimos anos os paÃ?ses em desenvolvimento tÃ?m procurado cada vez mais capitalizar os seus recursos naturais de uma forma sistemÃ?tica e isto Ã? particularerdade no sector de extracÃ?Ã?o de minas.

Enquanto no passado os governos se contentavam com a criaÃ?Ã?o de emprego, as taxas de licenÃ?as e as receitas de impostos, hoje hÃ? frequentemente expectativas de benefÃ?cios muito mais polivalentes. Onos e muitas das empresas de extracÃ?Ã?o mineira mais progressivas do mundo, apercebem-se que responder aos elementos intangÃ?veis de um empreendimento de extracÃ?Ã?o mineira - os aspectos nÃ?o-comerciais sociais e ambientais implÃ?citos em todas as emprÃ? positivo nÃ?o apenas para o desenvolvimento e cidadania empresarial responsÃ?vel, mas tambÃ?m para os negÃ?cios.

No ano fiscal de 2003 a MIGA visitou dois projectos de extracÃ?Ã?o mineira de alto perfil que a AgÃ?ncia apoiou com garantias du Ã?ltimos cinco anos - a mina de ouro, prata e cobre de Bulyanhulu na TanzÃ?nia e a mina de cobre e zinco de Antamina no Peru. A MIGA tem vindo a observar as vÃ?rias formas como estes investimentos estrangeiros tÃ?m contribuÃ?do para a melhoria dos paÃ?sitriÃ?es. Em ambos os casos, os benefÃ?cios para o paÃ?s e particularmente para as comunidades locais, tÃ?m sido significativos.

Durante os anos fiscais de 2002 e 2001, a MIGA disponibilizou um total de $172 milhÃ?es em garantias para a Barrick Corporation do CanadÃ? e um consÃ?rcio de bancos internacionais para os seus respectivos investimentos e emprÃ?stimos de nÃ?o-accionistas destinados ao projecto de extracÃ?Ã?o mineira de Bulyanhulu no norte da TanzÃ?nia. TambÃ?m foram envolvidas as seguprivadas que disponibilizaram resseguros, assim como a Export Development Canada (EDC) do CanadÃ?, que tambÃ?m segurou o projecto juntamente com a MIGA. O projecto, localizado na regiÃ?o Shinyanga da TanzÃ?nia, cerca de 30 milhas a sul do Lago Victoria, iste no estabelecimento e operaÃ?Ã?o de uma mina subterrÃ?nea tecnologicamente avanÃ?ada e complexo de moagem, explorado por uma subsidiÃ?ria da Barrick, a Kahama Mining Corporation Limited (KMCL).

HÃ? muito que o governo da TanzÃ?nia demonstro intenÃ?Ã?o de operar este profundo depÃ?sito de minÃ?rio como uma exploraÃ?Ã?o comercial mas a decisÃ?o envolver uma companhia de investimentos estrangeira foi tomada por vÃ?rias razÃ?es.

Antes da entrega da concessÃ?o e envolvimento da KMCL, nha sido explorado por mineiros artesÃ?os que trabalhavam frequentemente em violaÃ?Ã?o das regras bÃ?sicas de seguranÃ?a. Sem qualquer regulamentaÃ?Ã?o, os artesÃ?os abriam poÃ?os poucos profundos em forma de tÃ?nel, perigosamente perto uns dos outros. O precÃ?rios levavam regulamente ao colapso das minas e Ã? morte de mineiros e a falta de ventilaÃ?Ã?o subterrÃ?nea adequada provocava mais mortes por asfixia. O projecto tambÃ?m enfrentou vÃ?rios problemas sociais e ambientais incluindo trabalho infantilorestaÃ?Ã?o, contaminaÃ?Ã?o de mercÃ?rio e envenenamento e condiÃ?Ã?es desregradas.

A mina de Bulyanhulu comeÃ?ou a produÃ?Ã?o sob a gestÃ?o da KMCL, em Abril de 2001, com condiÃ?Ã?es melhoradas Ã? profundamente contrastantes com as da Ã?poca aos aspectos da operaÃ?Ã?o das minas eram agora conduzidos de acordo com os padrÃ?es ambientais internacionais. Em muitos casos, a KMCL ultrapassa esses padrÃ?es, desempenhando um papel fundamental no estabelecimento das prÃ?ticas padrÃ?o da indÃ?stria. A tempo, a KMCL deu alguns passos no sentido de aliviar efeitos secundÃ?rios potencialmente negativos das operaÃ?Ã?es das minas. A companhia utiliza tÃ?cnicas inovadoras para colocar traves, incluindo tecnologia de pasta e aterros na mina subterrÃ?nea.

A fase de construÃ?Ã?o do projecto criou aproximadamente 1.500 postos de trabalho. Hoje, a empresa emprega bem mais de 1.000 pessoas (incluindo empreiteiros) como parte das suas operaÃ?Ã?es em curso, com um pagamento anual em salÃ?rios no valor de $15Ã?es. Para alÃ?m disso, o nÃ?mero de pessoas empregado indirectamente Ã? calculado em 7.500. A companhia fornece formaÃ?Ã?o profissional extensiva a funcionÃ?rios locais em todos os nÃ?veis da operaÃ?Ã?o, ao mesmo tempo que se esforÃ?a por substituir os estrangeiros pelos naturais da TanzÃ?nia. O projecto paga cerca de $15 milhÃ?es por ano em direitos de exploraÃ?Ã?o e impostos ao governo e gasta outros $37 milhÃ?es por ano na procura de bens e serviÃ?os locais.

No entanto, para lÃ? dos benefÃonÃ?micos resultantes da exploraÃ?Ã?o das minas, a KMCL trouxe um muito necessÃ?rio apoio Ã? comunidade local. Tal como outras noutras partes da TanzÃ?nia rural, muitas das 300.000 pessoas residentes na Ã?rea circunvizinha de Bulyanhulu vivem em estado dza. A regiÃ?o nÃ?o tem serviÃ?os de saÃ?de modernos, um sistema adequado de educaÃ?Ã?o, infraestruturas nem oportunidades viÃ?veis de emprego e as taxas de doenÃ?a sÃ?o altas.

Quando a KMCL chegou, estabeleceu um Programa de Desenvolvimento Soce concentrava sobre estes problemas. Um dos primeiros resultados do programa foi a construÃ?Ã?o de um centro mÃ?dico no valor de $1 milhÃ?o que serve os funcionÃ?rios e as suas famÃ?lias assim como a comunidade local. A KMCL tambÃ?m estÃ? a recuperar um rio prÃ?ximo e a fazer uma parceria com a FundaÃ?Ã?o Africana MÃ?dica e de Pesquisa para desenvolver, financiar e preencher os quadros de programas educacionais sobre saÃ?de a nÃ?vel regional.

O programa concentra-se na prevenÃ?Ã?o de doenÃ?as oria de tratamentos, particularmente da HIV/SIDA e outras doenÃ?as transmitidas por via sexual, tuberculose e malÃ?ria.

O Programa de Desenvolvimento Social tambÃ?m patrocina o primeiro projecto de habitaÃ?Ã?o do sector privado do paÃ?s, fornecubsÃ?dios e emprÃ?stimos sem juro para empregados locais, para um nÃ?mero mÃ?ximo de 600 novos fogos. A concepÃ?Ã?o do programa permite a participaÃ?Ã?o total dos funcionÃ?rios no esquema, de forma a que todos possam ser proprietÃ?rios das suas casas, aote anos. Juntamente com o complexo habitacional, a empresa estÃ? a construir estradas de acesso, sistema de escoamento em caso de tempestade e outras infraestruturas necessÃ?rias, tais como escolas.

Um programa de bolsas de estudo financiado pe Barrick - que atÃ? Ã? data investiu $6,4 milhÃ?es no fundo, em termos globais - disponibilizarÃ? o apoio financeiro para os filhos dos funcionÃ?rios de Bulyanhulu frequentarem o ensino pÃ?s-secundÃ?rio. O projecto entrou recentemente numa parceria com anternational - uma organizaÃ?Ã?o humanitÃ?ria nÃ?o-governamental que luta contra a pobreza global - para desenvolver os serviÃ?os educacionais nas comunidades circunvizinhas do local do projecto.

O Programa de Desenvolvimento Social da KMCL tamstÃ? a lidar com a escassez de Ã?gua e com os programas instabilidade que afectam toda a regiÃ?o. No passado, a maioria da Ã?gua vinha de poÃ?os sem seguranÃ?a e de baixo rendimento. Esta falta de equipamento moderno tem contribuÃ?do para a prevalÃ?ncia as transmitidas pela Ã?gua.

Agora, a KMCL fez com que, pela primeira vez, houvesse Ã?gua potÃ?vel e segura largamente disponÃ?vel na regiÃ?o. A KMCL abriu um poÃ?o grande com um abastecimento de Ã?gua constante e sanitÃ?rio para as comunidades aÃ?Ã?o dos seus funcionÃ?rios. A Ã?gua Ã? distribuÃ?da aos residentes de tanques de armazenamento atravÃ?s de canalizaÃ?Ã?es directamente para as suas casas. Para alÃ?m disso, a companhia construiu uma conduta de 30 milhas desde o Lago Victoria atÃ? Bulyual leva Ã?gua para o local da mina para as operaÃ?Ã?es. A companhia trabalhou com as comunidades locais para incluir quinze pontos de saÃ?da de canos que fornecem Ã?gua aos habitantes ao longo da estrada. Os grupos locais de consumidores de Ã?gua sÃ?o rveis pela gestÃ?o do consumo de Ã?gua e pela sensibilizaÃ?Ã?o dos residentes em relaÃ?Ã?o ao consumo seguro e apropriado.

HÃ? outras necessidades de infraestruturas que tambÃ?m precisam de ser resolvidas. Foram utilizados mais $15 milhÃ?es na c de uma linha de abastecimento, em cooperaÃ?Ã?o com a Electric Supply Company da TanzÃ?nia, para levar energia elÃ?ctrica Ã? regiÃ?o. As estradas foram melhoradas e o apoio financeiro estÃ? a contribuir para a modernizaÃ?Ã?o das redes ferroviÃ?rias de caerro e portos.

Reconhecendo que o conhecimento e a adesÃ?o locais sÃ?o importantes para a concepÃ?Ã?o e implementaÃ?Ã?o dos vÃ?rios programas, a KMCL tem trabalhado para identificar e colaborar com grupos e instituiÃ?Ã?es locais. Todas as activ desenvolvimento social da companhia tÃ?m sido coordenadas de perto com parceiros locais e partes interessadas. Devido a estas iniciativas de fortalecimento das capacidades, as comunidades de Bulyanhulu beneficiam hoje de programas mais sÃ?lidos que tamb trazem a promessa de sustentabilidade futura.

Ao mesmo tempo que o projecto de Bulyanhulu estava a decorrer na TanzÃ?nia, um grupo internacional de companhias estava a iniciar operaÃ?Ã?es na mina de cobre e zinco de Antamina no Peru, na Cordilra Branca dos Andes. No ano fiscal de 1999, a MIGA emitiu $67,5 milhÃ?es de cobertura de investimentos em acÃ?Ã?es de trÃ?s grandes companhias mineiras canadianas - Rio Algom LimAntamina, uma das maiores minas de cobre e zinco do mundo recebeu mais de $2 milhÃ?es em investimentos para construÃ?Ã?o e arranque. Desde que a mina comeÃ?ou as operaÃ?Ã?es comerciais em Outubro de 2001, o volume das exportaÃ?Ã?es peruanas de cobre e zinco aumentou cerca de 12 por cento e o PNB aumentou cerca de 1 por cento. Ca que na regiÃ?o circunvizinha de Ancash, uma Ã?rea extremamente pobre do Peru, o PNB tenha aumentado 60 por cento. A fase de construÃ?Ã?o do projecto proporcionou considerÃ?veis oportunidades de emprego para vÃ?rios milhares de pessoas. Com as operaÃ?Ã?eso, cerca de 1.400 pessoas estÃ?o empregadas directamente e mais 5.600 sÃ?o empregadas indirectamente.

No inÃ?cio do envolvimento da CMA, o governo do Peru estava ciente de que o desenvolvimento da mina teria um impacto econÃ?mico significativopaÃ?s; no entanto, as autoridades peruanas e a companhia estavam de acordo de que outros assuntos, tanto difÃ?ceis como fÃ?ceis teriam de ser abordados para os objectivos pretendidos serem alcanÃ?ados. A CMA investiu significativamente em infraestruturaslicas, incluindo rede rodoviÃ?ria e fornecimento elÃ?ctrico e telecomunicaÃ?Ã?es, abrindo possibilidades concomitantes para desenvolver novas actividades econÃ?micas na Ã?rea. Para alÃ?m disso, a CMA tem empreendido grandes esforÃ?os para promover o desento econÃ?mico e social das comunidades locais, como forma de assegurar que o projecto continua sustentÃ?vel ao longo do tempo.

A CMA investiu cerca de $25 milhÃ?es em habitaÃ?Ã?es modernas e a preÃ?os acessÃ?veis para os seus funcionÃ?rios. A a tambÃ?m fundou uma escola que Ã? actualmente frequentada por 350 crianÃ?as (70 por cento das quais sÃ?o filhos de trabalhadores). Existem planos para aumentar a capacidade da escola para 1.800 alunos. Todos os empregados recebem um bÃ?nus educacional elente a metade do seu salÃ?rio para contribuÃ?rem para os custos educacionais dos filhos. A companhia tambÃ?m fornece refeiÃ?Ã?es e transporte grÃ?tis para os trabalhadores.

No entanto, para alÃ?m, destes benefÃ?cios a companhia investe mais emas para aliviar a pobreza do que qualquer outra empresa neste paÃ?s. Isto Ã? realizado atravÃ?s de um processo de participaÃ?Ã?o no qual os cidadÃ?os e grupos locais sÃ?o incluÃ?dos na concepÃ?Ã?o e estabelecimento de prioridades da agenda social. Esta aberta levou a decisÃ?es para apoiar programas de saÃ?de, melhorar a educaÃ?Ã?o, apoiar actividades econÃ?micas e estabelecer novos micro-negÃ?cios. Parte do objectivo Ã? promover actividades produtivas que se mantenham auto-sustentÃ?veis, mesmo depois domento da mina. Recentemente, foi estabelecida uma fundaÃ?Ã?o com o apoio da CMA, a qual se tornarÃ?, eventualmente, uma instituiÃ?Ã?o auto-sustentÃ?vel para ajudar a instituir projectos e programas de desenvolvimento sustentÃ?veis na Ã?rea de Ancash.

anto para a KMCL como para a CMA, ser uma forÃ?a positiva na comunidade local tornou-se automÃ?tico nas suas operaÃ?Ã?es comerciais. Ã? evidente que nÃ?o Ã? apenas o imperativo moral que orienta estas acÃ?Ã?es. O pÃ?blico espera que a abertura de recurso ao sector privado tenha um impacto muito mais profundo e duradoiro do que apenas a criaÃ?Ã?o de postos de trabalho a curto ou mÃ?dio prazo e as receitas de impostos. O processo de ganhar concessÃ?es implica um maior compromisso pela parte do investidor m maior envolvimento comunitÃ?rio. Afortunadamente, o desenvolvimento comunitÃ?rio tambÃ?m faz sentido do ponto de vista operacional. A disponibilizaÃ?Ã?o de cuidados de saÃ?de modernos e de condiÃ?Ã?es de trabalho seguras leva a uma forÃ?a de trabalho mel e confiÃ?vel e a disponibilizaÃ?Ã?o de benefÃ?cios de habitaÃ?Ã?o e educaÃ?Ã?o ajuda a atrair e reter os melhores funcionÃ?rios do paÃ?s. Pondo de lado estas vantagens, hÃ? um imperativo moral que as companhias progressivas reconhecem. Empresas como aMA sabem que as empresas socialmente responsÃ?veis devem alinhar os seus objectivos estratÃ?gicos com os da comunidade e que cada Ã?rea da empresa deve estar tÃ?o empenhada com os objectivos da comunidade como com os seus objectivos de negÃ?cio. <, Noranda Inc. e Teck Corporation - e emprÃ?stimos de um consÃ?rcio de bancos comerciais Ã? CompaÃ?ia Minera Antamina S.A. (CMA). Um ano mais tarde a MIGA emitiu duas garantias adicionais totalizando $40 milhÃ?es Ã? Mitsubishi Corporation do JapÃ?o para o seu investimento em acÃ?Ã?es e emprÃ?stimos a accionistas Ã? CMA.</p/>

Alavancagem das Tecnologias de InformaÃ?Ã?o para facilitar o fluxo de FDI




Reconhecendo os benefÃ?cios econÃ?micos do investimento directo estrangeiro, os governos nacionais e regionais mundiais estÃ?o a competir forma intensa para atrair investidores empresariais multinacionais. Fizeram melhorias no seu clima de investimentos e estabeleceram incentivos tais como zonas econÃ?micas especiais. Os intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos estÃ?o a utilizar tÃ?csofisticadas de marketing para identificar e alcanÃ?ar potenciais investidores estrangeiros de uma forma planeada. Com a ajuda da Internet e de outras ferramentas da Tecnologia da InformaÃ?Ã?o, estas agÃ?ncias podem aceder e comunicar online com os invesres mundiais a um preÃ?o muito reduzido se comparado com as abordagens tradicionais de marketing.

Da mesma forma que as Tecnologias de InformaÃ?Ã?o agilizaram outros aspectos dos negÃ?cios internacionais, tambÃ?m permitiram aos investidores estiros avaliarem locais no exterior para conduzirem as primeiras fases da pesquisa de selecÃ?Ã?o de locais sem o contacto directo com os paÃ?ses que consideram para os seus investimentos. Na realidade, no caso de investidores de economias avanÃ?adas tais cos Estados Unidos, cerca de 80 por cento do processo de prospecÃ?Ã?o de locais Ã? efectuado online. A Internet trouxe um manancial de dados de mercados de paÃ?ses e produtos directamente para o ecrÃ? do seleccionador. Hoje as melhores Websites de promoÃ?prÃ?ticas de investimentos fornecem anÃ?lises sectoriais detalhadas e pesquisa de mercado assim como informaÃ?Ã?es sobre custos, demografia de trabalho, propriedades imobiliÃ?rias disponÃ?veis e consideraÃ?Ã?es de infraestrutura, tudo com um clique no raar disso, a distÃ?ncia geogrÃ?fica e as diferenÃ?as horÃ?rias tornam-se obstÃ?culos pouco significativos para investidores que procuram avaliar o ambiente de operaÃ?Ã?o de negÃ?cios e oportunidades de investimento num paÃ?s em particular.

As pem tais sites virtuais podem nivelar a arena de actuaÃ?Ã?o dando Ã?s agÃ?ncias de promoÃ?Ã?o de investimentos nos paÃ?ses em desenvolvimento uma oportunidade para promoverem as vantagens do negÃ?cio nos seus locais onde anteriormente poderiam nem ser cons. A abertura do diÃ?logo com investidores potenciais atravÃ?s da Internet permite ao intermediÃ?rio de promoÃ?Ã?o de investimentos responder Ã?s questÃ?es e disponibilizar dados que possam ser requeridos pelos investidores.

No entanto, estas faes podem tambÃ?m apresentar um desafio aos intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos em muitos paÃ?ses em desenvolvimento e economias em transiÃ?Ã?o. Uma vez que o investidor pode facilmente comparar os potenciais locais de investimento antes de efeisitas aos locais, as instituiÃ?Ã?es encarregues de atrair o investimento estrangeiro devem fornecer informaÃ?Ã?es suficientes para assegurar que recebem consideraÃ?Ã?es no processo de prospecÃ?Ã?o.

Mas as agÃ?ncias nas naÃ?Ã?es de mercados emetas vezes nÃ?o tÃ?m recursos de Tecnologias de InformaÃ?Ã?o e conhecimentos internos para alavancarem essas ferramentas tecnolÃ?gicas para disseminar a comunicaÃ?Ã?o de investidores.

Para alguns intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos coenÃ?a na Web a falta de uma infraestrutura de telecomunicaÃ?Ã?es confiÃ?vel pode tornar a conectividade irregular; para outros, a falta de recursos de orÃ?amentos e capacidades de tecnologias de informaÃ?Ã?o resulta em Websites com informaÃ?Ã?o inadequadctualizada.

A MIGA ajuda os paÃ?ses clientes a beneficiarem de comunicaÃ?Ã?es e tecnologias de informaÃ?Ã?o de trÃ?s formas:

  • " A gama de serviÃ?os online da AgÃ?ncia fornece meios a baixo custo para os intermediÃ?rios de promoÃestimentos chegarem a possÃ?veis investidores estrangeiros.
  • As ferramentas tecnolÃ?gicas e de fortalecimento das capacidades da MIGA, tais como o modelo do website da IPAworks, permitem aos clientes dos intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investos manterem uma presenÃ?a profissional na Web, a um custo economicamente vantajoso.
  • A MIGA assiste os clientes na recolha dos recursos e informaÃ?Ã?es da companhia e negÃ?cios disponÃ?veis na Internet para melhorar a capacidade dos investidoringirem os seus alvos, desenvolverem uma mensagem de marketing personalizada para investidores empresariais relevantes e gerir as suas interacÃ?Ã?es com investidores utilizando sistemas de gestÃ?o de relaÃ?Ã?es com clientes (CRM) - personalizados de acorm as suas exigÃ?ncias.

A plataforma actualizada de tecnologia subjacente aos serviÃ?os online da MIGA, proporciona aos intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos e outras organizaÃ?Ã?es envolvidas na promoÃ?Ã?o das FDI (por exemplo: de privatizaÃ?Ã?o, ministÃ?rios de infraestruturas), um canal a um custo vantajoso para comunicaÃ?Ã?o de informaÃ?Ã?es de marketing a investidores empresariais relevantes. AtÃ? Ã? data, 60 organizaÃ?Ã?es deste tipo usaram o serviÃ?o personalizado de aviFDIXchange, assim como a IPAnet e PrivatizationLink, para alavancarem a sua presenÃ?a na web para alcanÃ?arem a comunidade de investidores. Estes serviÃ?os online tambÃ?m proporcionam uma linha de base de informaÃ?Ã?es de investimentos para todos os paÃ?bros da MIGA, de uma grande variedade de fornecedores de informaÃ?Ã?o do sector pÃ?blico e privado.

AlÃ?m disso, os especialistas tÃ?cnicos da MIGA ajudam os intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos a preencher a lacuna daÃ?Ã?o para os investidores estrangeiros, atravÃ?s de consultoria e ferramentas para o estabelecimento e manutenÃ?Ã?o da sua presenÃ?a na Web. O IPAworks, um modelo template da Web desenvolvido pela MIGA, junta aos conhecimentos tecnolÃ?gicos, experiÃ?ncitalecimento de capacidades e acuidade do design do pessoal da MIGA atravÃ?s de um kit de serviÃ?os de informaÃ?Ã?o online para investidores, para intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos. Este pacote de software proporciona um conjunto de modelos qm ser personalizados pelo utilizador e que permitem ao intermediÃ?rio de promoÃ?Ã?o de investimentos operar e actualizar continuamente as suas websites em conhecimentos de programaÃ?Ã?o internos.

Actualmente existem 10 sitrados a partir da IPAworks a funcionar em agÃ?ncias clientes da MIGA - A AgÃ?ncia de Investimentos do Uganda, o Centro de PromoÃ?Ã?o de Investimentos de Zanzibar, o MinistÃ?rio de Recursos Naturais e Turismo da TanzÃ?nia, o Centro de Investimentos da Tan a CÃ?mara de MineraÃ?Ã?o do Gana, o Centro de PromoÃ?Ã?o de Investimentos do Gana, o Conselho para o Desenvolvimento do Cambodja, o Gabinete de GestÃ?o de Investimento Estrangeiro da RDP de Laos, o Departamento de Planeamento e Investimento da cidade dei Minh no Vietname e Centro de Investimento da ZÃ?mbia.

O novo Programa de Desenvolvimento de InformaÃ?Ã?o de Investidores, fundado pela Development Gateway Foundation e o governo do JapÃ?o, proporciona a assistÃ?ncia tÃ?cnica adicional prÃ?ticntermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos no desenvolvimento da base de conhecimentos da anÃ?lise sectorial, informaÃ?Ã?o sobre custos, detalhes sobre infraestruturas e logÃ?stica assim como negÃ?cios e informaÃ?Ã?es legais necessÃ?rias para respondeeficaz Ã?s necessidades de informaÃ?Ã?o dos investidores. O grupo inicial de subsÃ?dios jÃ? foi distribuÃ?do e os intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos na BÃ?snia e Herzegovina, Guatemala, QuÃ?nia, Malta, MongÃ?lia e Turquia vÃ?o receber fundos em 2004.

O mercado prÃ?-activo tambÃ?m Ã? importante. Com a ajuda da Internet, que proporciona acesso a uma grande variedade de negÃ?cios e fontes de informaÃ?Ã?o de companhias, os intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos podem facilmenttos vantajosos conduzir pesquisas de companhias e identificar os candidatos empresariais mais promissores a mercados objectivos. Os recursos do sector pÃ?blico e privado permitem aos intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos demarcar mais facilmenteeu paÃ?s vis-Ã?-vis a competiÃ?Ã?o para determinar as indÃ?strias nas quais possuem uma vantagem competitiva e analisar as estratÃ?gias de expansÃ?o dos principais investidores nesses sectores.

A MIGA alavanca uma rede crescente de parceiros dedo internacionais para manter os investidores ao corrente de pesquisa de investimentos actualizada e FDI.

Os intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos podem juntar recursos especÃ?ficos tais como anÃ?lises de crÃ?dito, registos missÃ?es de valores mobiliÃ?rios, relatÃ?rios anuais e notÃ?cias do dia actualizadas para fornecer uma visÃ?o polivalente das companhias chave num sector em particular, refinar as suas listas de objectivos e melhorar as suas mensagens de marketing.

A MIGA ajuda as agÃ?ncias nas suas iniciativas de marketing alavancando os seus recursos de conhecimentos e ferramentas para melhorar a pesquisa dos investidores, exposiÃ?Ã?o e serviÃ?os. A MIGA fornece formaÃ?Ã?o profissional e orientaÃ?Ã?es online que aos seus clientes integrar melhor esses recursos de informaÃ?Ã?o nas suas iniciativas de marketing. Devido Ã? grande procura de intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos nos Ã?ltimos anos, a MIGA realizou uma sÃ?rie de workshops regionais de formaÃssional juntamente com a AssociaÃ?Ã?o Mundial de AgÃ?ncias Promotoras de Investimentos e outros parceiros nas CaraÃ?bas, Europa Central e Ocidental, Ã?frica Oriental, Ocidental e do Austral, Norte de Ã?frica e o MÃ?dio Oriente e as Ilhas do Sul do PacÃ?fa formaÃ?Ã?o especializada tambÃ?m Ã? uma componente normal dos programas de assistÃ?ncia tÃ?cnica especÃ?fica dos paÃ?ses tais como os concluÃ?dos ou em curso na TunÃ?sia, SÃ?rvia e Montenegro, Chipre, TailÃ?ndia e nas Filipinas.

Os sistemas C ferramenta tecnolÃ?gica importante utilizada por intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos. O software padrÃ?o personalizado Ã? utilizado pelo sector privado para registar os resultados das actividades de alcance e contactos subsequentes com invest individuais. Estes sistemas de rastreio para investidores tambÃ?m oferecem um apoio crucial para os serviÃ?os e actividades de acompanhamento tais como o rastreio de vÃ?rios estÃ?gios do processo de investimento e o status das acÃ?Ã?es exigidas pelo govais como emissÃ?o de autorizaÃ?Ã?es, licenÃ?as e vistos. Os gestores dos intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de informaÃ?Ã?es tambÃ?m podem visualizar as informaÃ?Ã?es e estatÃ?sticas a nÃ?vel reduzido para melhor registarem o desempenho do marketing da instit

AtravÃ?s da interacÃ?Ã?o periÃ?dica com os investidores estrangeiros existentes, os intermediÃ?rios de promoÃ?Ã?o de investimentos tambÃ?m utilizam estes sistemas para compilar feedback sobre a experiÃ?ncia dos investidores para melhorar os seus prÃ?pÃ?os assim como apoiar os seus esforÃ?os de consultoria de polÃ?ticas relativamente a obstÃ?culos legais e regulatÃ?rios. A MIGA prestou assistÃ?ncia a um grande nÃ?mero de clientes na implementaÃ?Ã?o das ferramentas CRM nas suas operaÃ?Ã?es, incluindo ios de promoÃ?Ã?o de investimentos na BolÃ?via, El Salvador, ArmÃ?nia, Guatemala, MoÃ?ambique, TanzÃ?nia, Uganda e ZÃ?mbia. Os sistemas CRM tambÃ?m sÃ?o componentes de programas de assistÃ?ncia a serem planeados ou actualmente a serem utilizados na SÃ?rvigro, Gana, NicarÃ?gua, Senegal e Honduras.

Dada a restriÃ?Ã?o de recursos enfrentada por muitos dos paÃ?ses clientes da AgÃ?ncia, angariar tecnologia eficazmente para a promoÃ?Ã?o de investimentos Ã? essencial para as suas iniciativas para compo mercado internacional de investimentos. A MIGA continuarÃ? a desempenhar um papel chave a ajudar a ultrapassar estas restriÃ?Ã?es.



Â?7 Ã?gua - Uma prioridade para um crescimento responsÃ?vel e pauÃ?Ã?o da pobreza; uma agenda para o investimento e mudanÃ?as de polÃ?ticas, Grupo do Banco Mundial, Washington, D.C., 2003.
8 Um relatÃ?rio divulgado em MarÃ?o de 2003, delineando um plano de acÃ?Ã?o auxiliar os para paÃ?sea solucionar vÃ?rios dos problemas relacionados com Ã?gua no mundo.
 
Apply for an Investment Guarantee
The World Bank Group logo